Drogas: Êxtase, Arte, Dependência E Terapia

Title: Mistic Vision - Artist: Henrique Vieira Filho - 120 cm x 80 cm - Mixed media on canvas - Visions of La Purga by Pablo Amaringo - Revisited
Title: Mistic Vision – Artist: Henrique Vieira Filho – 120 cm x 80 cm – Mixed media on canvas – Visions of La Purga by Pablo Amaringo – Revisited

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Neste 26/06, Dia Internacional de Combate às Drogas, o Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua mais recente pintura, inspirada nas “mirações” místicas da Ayahuasca e relata como a Terapia Holística atua nestas pautas.

Até mesmo nas Artes Plásticas escreveu-se um capítulo relacionado, como obras pintadas sobre a influência do alucinógeno cipó Ayahuasca, que teve seu expoente na figura do curandeiro peruano Pablo Amaringo, autor de milhares de telas, de uma das quais fiz a releitura que ilustra este artigo (Title: Mistic Vision – Artist: Henrique Vieira Filho – 120 cm x 80 cm – Mixed media on canvas – Visions of La Purga by Pablo Amaringo – Revisited)

Antes de aprofundar a questão, apresento meu posicionamento neste tema tão polêmico: creio que tudo o que se busca por meio das drogas, pode ser obtido por alternativas menos drásticas, tais como técnicas especiais de respiração, posturais, corporais e de induções vivenciais, que igualmente produzem estados alterados de consciência, sem os riscos inerentes de exposição a produtos cujos efeitos a curto e longo prazo ainda não são bem conhecidos.

Milenarmente, todas as culturas praticaram rituais religiosos que se propunham a alterar as percepções da realidade, comumente associando ritmos musicais repetitivos, em alto som, regado a bebidas de teor alcoólico (vinhos, aguardentes, fermentados…) e danças, com a variante de ingestão de vegetais com poderes alucinógenos, muitas vezes restritas aos sacerdotes, em outras, compartilhado com toda a tribo.

Tal somatória resulta na dissolução dos padrões rígidos da personalidade, permitindo contato direto ao conteúdo inconsciente. Os objetivos eram transcendentes, uma jornada “espiritual”, “sagrada”.

Modernamente, a tradição ressurgiu nos festivais “hippies”, inclusive, mantendo-se a busca pela transcendência.

Nos dias de hoje, temos as festas denominadas “raves”, outrossim, sem um objetivo “espiritual” no contexto. Seja como for, o que se constata é um “padrão” que faz parte da história da humanidade e, certamente, merece ser analisado mais profundamente.

Em nossos consultórios, ainda que parte integrante do contexto coletivo/social, o mais comum é que a questão das drogas chegue até nós, de forma individualizada, ou seja trazida pelo Cliente.

A ausência de julgamento, seja positivo, ou negativo, é exigência fundamental em nosso trabalho e o foco é a PESSOA, em seu TODO. Ou seja, o uso das drogas seria mais um dos tópicos a serem trabalhados, visto que é inseparável dos demais.

Devemos, em conjunto com o Cliente, descobrir as motivações, conscientes e inconscientes, que levaram a este padrão de comportamento. Seria uma busca religiosa ? Estaria abafando pensamentos, sentimentos, desejos, lembranças ? Auto-estima em baixa sendo compensada via comportamentos tidos como moda ? Enfim, infindáveis hipóteses e cada caso é um caso, cada momento é único.

Só o transcorrer da terapia pode trazer mais clareza sobre o que ocorre. E, paralelamente à análise, a inclusão de técnicas vivenciais, alternando relaxamento, hipnose, técnicas corporais de toque, respiratórias, renascimento, em suma, uma vasta gama de opções terapêuticas capazes de produzir estados alterados de consciência, sem uso de “aditivos”.

Os produtos consumidos nos dias de hoje, “refinados” quimicamente em laboratórios, certamente são muito mais danosos do que as poções milenares, que eram praticamente em estado natural.

Daí que na sociedade moderna surge a alcunha de “dependente químico”, aquele indivíduo perde o controle sobre o uso da substância, associado com sintomas de abstinência e tolerância, evitadas com o uso constante e cada vez maior, privilegiando o consumo a outras coisas que antes valorizava.

Dentre os colegas de profissão, existe um grupo crescente que foca seu atendimento a este tipo de situação, quase como uma “especialidade”, correndo o risco de perder o enfoque holístico e, o que é ainda mais grave, inadvertidamente ferindo a legislação, correndo o risco de prisão, sendo irrelevante à justiça humana se suas intenções eram nobres ou não.

O CRT – Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística vem detectando um aumento de cursos para “terapeutas em dependência química” realizados em entidades religiosas e que ensinam de forma totalmente inadequada às leis brasileiras.

Quando se trata de Terapia Holística, o trabalho deve focar no atendimento ao CLIENTE e não à “dependência química” em si, pois ao definir tal estado como sendo “doença” e vincular seu trabalho a esta questão, equivale a confessar crime de exercício ilegal de medicina, já que tanto o diagnóstico, quanto o tratamento de doenças são monopólios da classe médica, segundo as leis em vigor e jurisprudência (casos julgados)…

Ou seja, ainda que não trabalhe com internações, quem definir seu trabalho desta forma, corre o sério risco de enquadrar-se em exercício ilegal de medicina…

Extremamente preocupante é o fator “internação”, muitas vezes propagandeada com mais um serviço prestado por estes colegas…

Isto se deve porque, em várias escolas, fazem interpretações distorcidas, tentando justificar este procedimento, citando legislação que nem sequer mais existe (como é o caso da Lei nº 6.368, que foi REVOGADA pela Lei nº 11.343, de 23/09/2006) ou da Lei nº 10.216, cujo objetivo (dentro outros…) é justamente PROTEGER o cidadão para IMPEDIR que ele seja internado involuntariamente !!!

Ou seja, é exatamente o OPOSTO da interpretação que muitos cursos divulgam !!!

Nós sabemos que erram na boa fé, porém, nenhuma autoridade policial e/ou judicial aceitaria tal alegação…

Conforme claramente expressa a lei, toda internação, até mesmo as voluntárias, dependem de um laudo MÉDICO PSIQUIÁTRICO; sem isso, estarão ferindo os direitos da pessoa em questão, além de cometer crimes de sequestro e cárcere privado, dentre outros possíveis enquadramentos…

Mesmo de posse do laudo médico, ainda assim, o estabelecimento precisará prestar “serviços médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais, de lazer, e outros”; sem tais requisitos, jamais a instituição poderá sequer candidatar-se a esse papel.

Sabemos que muitos colegas trabalham como aprenderam nestas escolas, contudo, verdade seja dita, infelizmente tais cursos, ainda que talvez bem intencionados, ensinam de forma totalmente equivocada no que diz respeito a adequar-se às leis em vigor….

Urge uma adequação radical na forma de se expressar e modo de trabalhar, pois, a continuar no formato atual, é questão de tempo para muitos colegas serem presos e processados.

Tudo isso pode ser evitado, simplesmente mantendo o foco naquilo que somos: TERAPEUTAS HOLÍSTICOS, os quais, por definição, jamais tratamos “doenças” (no caso, a dependência química…) e sim, cuidamos do indivíduo, em seu TODO, e, como tal, a questão das drogas, se trazida pelo Cliente, será mais um dos múltiplos aspectos a serem considerados e trabalhados, no transcorrer da Terapia.

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.hvfartes.com.brcontato@hvfartes.com.br

+55 11 93800-1262

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.

Integrando Terapias

A Deusa Terapeuta - Arte: Henrique Vieira Filho

Integrando Terapias

Neste Artigo, Henrique Vieira Filho exemplifica como integrar as mais diversas técnicas terapêuticas distintas (acupuntura, psicanálise, terapia floral, shiatsu, dentre outras…) criando um ambiente lúdico, eficiente e motivacional em consultório, para melhor atender os Clientes em suas buscas por equilíbrio, qualidade de vida e autoconhecimento.

Na abordagem da Terapia Holística, os aspectos físicos, psíquicos, sociais e transpessoais são inseparáveis e trabalhados de forma simultânea.

É essencial a todo Profissional propiciar aos seus Clientes um leque de técnicas terapêuticas distintas, integrando-as de forma harmoniosa, ora somando, ora alternando, adaptando-se a cada momento da pessoa atendida.

E, tudo isso, eficazmente praticado no limite da famosa “hora de 45 minutos”, a cada semana!

Na medicina, a formação é “generalista” e, só após, o indivíduo parte em busca de especializações, focando em um limite de duas técnicas.

De forma oposta, o Terapeuta inicia focado em uma única linha terapêutica e, ao amadurecer, parte em busca de nossos recursos, somando mais e mais técnicas, sendo este o perfil majoritário de quem se identifica como Holístico.

De certo, não basta somar, tresloucadamente, uma infinidade de técnicas: há de integrar de forma harmoniosa, coerente e sempre em equilíbrio quanto ao que o Cliente necessita e o que está preparado a receber, naquele exato momento.

Quem procura um Terapeuta Holístico anseia por um atendimento absolutamente diferente da abordagem “médica”, pois isto já o tem, seja via planos de saúde ou particular.

Saber OUVIR ao Cliente, de corpo e alma, de forma GENUINAMENTE interessada (interesse “simulado” não convence…), ou seja, com EMPATIA (que é distinta da ingênua “simpatia”…) tem que ser contínuo, desde o primeiro minuto de sessão, até o final.

Para tal, o básico a aplicar são as técnicas de ACONSELHAMENTO (que é radicalmente diferente de “dar conselhos”…), evoluindo, sempre que detectar-se a receptividade, para Psicoterapia Holística (teceremos mais detalhes adiante).

Eficazes e desejadas pelo público, as técnicas de “equilíbrio energético” podem ser aplicadas conjuntamente à “terapia pela fala” (do Cliente, não do Profissional, pois este tem o dever de mais ouvir, do que falar…).

Variantes do que o leigo e a imprensa chamam de “Acupuntura” são boas medidas, pois a avaliação do desequilíbrio pode ser obtida de forma simples e rápida, seja via Pulsologia de Nogier (método mais prático do que sua versão ancestral chinesa…) ou sensibilidade ao toque nos Pontos de Alarmes (localizados nos caminhos de energia conhecidos como “meridianos”).

A ativação dos pontos energéticos podem ser via agulhas (muitos Clientes são tradicionalistas…), toque (igualmente eficiente…), luzes, apliques de metais ou fitoterápicos, enfim, basta escolher aquele que obtiver melhor aceitação ao momento.

Os dados obtidos, tanto durante a conversação, quanto via análise energética, já possibilitam a seleção e recomendação de recursos terapêuticos que atuam além do tempo de sessão, tais como Fitoterapia (na forma de chás…) e essências sutis, como os populares Florais de Bach.

Note a INTEGRAÇÃO, pois inexiste “separação” entre a terapia verbal, o atendimento via pontos de equilíbrio, a Fitoterapia e a Terapia Floral, tudo fluindo em continuidade, onde o que se obtém em uma técnica, já antecipa o necessário à outra.

Usualmente, metade do tempo de sessão terá sido suficiente para aplicar tudo que descrevemos até aqui. Ou seja, ainda há minutos eficientes para investir no que é FUNDAMENTAL à Terapia Holística: a otimização da Qualidade de Vida via Autoconhecimento!

Ou seja, retomamos, aqui, a Psicoterapia Holística, a qual transita, conciliando, desde a clássica Psicanálise Freudiana, abraçando, com paixão, a linha Junguiana, abrindo espaço para o caminho corporal de Reich e Bioenergética, ousando incluir o Transpessoal e a Arteterapia, como igualmente mantemos abertos para as comportamentalistas PNL (Programação Neurolinguística) e Hipnose.

Esta é a etapa mais complexa, tanto no tocante ao aprendizado e estudos, quanto na execução prática, cujos resultados constituem o principal fator motivacional ao Cliente para a continuidade semanal da Terapia!

Muitas vezes, inicio esta etapa ainda no divã, que, na verdade, é uma cadeira shiatsu (uma boa alternativa a Clientes que não estão abertos ao toque direto…), auxiliado por músicas, aromas relaxantes e “comandos” verbais relaxantes (adaptados a cada momento da pessoa atendida…).

Uma vez tendo aplacado o racional e aberto caminho para o espontâneo, o imaginativo, costumo focar em uma pauta que esteja em evidência no momento, como por exemplo, um sonho que se tenha recordado… um desconforto corporal… um acontecimento… uma imagem…, enfim, um ponto de partida para a criação de uma história “imaginada”, um exercício de imaginação que, sendo bem conduzido, desperta emoções, lembranças e “insights”, que são auto-descobertas que surgem como que de pronto, onde infindáveis informações, conclusões emergem, de uma só vez, condensados em um “lampejo” de consciência.

As catarses emocionais, não raro, explodem em choros, risos, acessos de raiva, tudo em ambiente seguro, sigiloso e amparado de consultório.

Muitas vezes, os “insigths” ocupam muitas novas sessões para serem assimilados e compreendidos. É um processo de autodescoberta gradativo e fascinante!

Para aqueles mais receptivos ao toque direto, um caminho eficaz é associar as manobras corporais orientais e milenares (shiatsu, anma, tuiná, abhyanga, etc…) , com a percepção ocidental e moderna da terapia reichiana e bioenergética, na qual o toque manual aciona lembranças dormentes e emoções reprimidas, as quais, uma vez afloradas via catarses, abrem a possibilidade para serem compreendidas e assimiladas.

Outros indivíduos, com maior sensibilidade artística, aplico exercícios de imaginação ativa, associações de ideias (espontâneas ou direcionadas…) tendo como base: pinturas, fotografias, esculturas, fantasias e cenários, que espelham e ampliam as emoções e lembranças, as quais, sob este ambiente lúdico e criativo, passam por menor interferência dos pensamentos racionais.

Cada Cliente, cada atendimento, é um caso à parte e seremos Terapeutas melhor sucedidos ao dispormos de um variado leque de técnicas.

Quando bem INTEGRADAS, as mais variadas técnicas fluem naturalmente, de uma à outra, sem perda de fio de meada, mantendo viva a motivação para a continuidade da Terapia, propiciando a cada Cliente uma EXPERIÊNCIA de vida, a cada sessão.

É bem o ditado em que o resultado é bem mais amplo do que a simples soma das partes!

Arte Para Os 110 Anos Da Imigração Japonesa

Processo criativo do Artista Henrique Vieira Filho
Processo criativo do Artista Henrique Vieira Filho

Com entrada franca, neste dia 18/06 (data comemorativa da imigração), o Artista Henrique Vieira Filho  expõe suas telas com temática japonesa e suas esculturas origamisPocket Exhibition 110 Mil Tsurus – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP).
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No formato Slow ArtHenrique Vieira Filho recepciona grupos de até 06 participantes (por vez…), com os quais interage e convida à pintura coletiva da escultura origami gigante.
A Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus transcorre somente nesta 2a feira, abrindo uma sequência de Exposições a serem realizadas em agosto, em atenção ao Dia da Paz (data da explosão atômica em Hiroshima).
Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus, com o Artista Henrique Vieira Filho
Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus, com o Artista Henrique Vieira Filho, em homenagem aos 110 Anos da Imigração Japonesa

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Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus

Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus, com o Artista Henrique Vieira Filho
Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus, com o Artista Henrique Vieira Filho, em homenagem aos 110 Anos da Imigração Japonesa

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     Faz um ano, retornando de suas exposições em Miami, Barcelona, Porto, Cascais e Liechtenstein e Viena, o Artista Henrique Vieira Filho apresentou novas telas, tendo como elo, a tradição japonesa de dobraduras de papel (origami) em forma de tsurus (aves grous, assemelhadas às garças).
Pela primeira vez, o Artista apresentara ao público suas esculturas, cuja técnica mista inusitada, une a beleza e textura de suas telas ao formato tridimensional, no que denomina Esculturas Origamis, obras apresentadas em tamanhos diversos, confeccionadas em tecido de algodão parcialmente enrijecido. Sua calculada elasticidade possibilita a quem adquirir as peças aplicar leves modelagens na escultura, tornando-se co-criador da Arte.
Para 2018, a Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus homenageia os 110 anos da Imigração Japonesa, que será comemorada neste dia 18 de junho de 2018.
Além das telas e esculturas do Artista Henrique Vieira Filho, o público participará ativamente da instalação, pintando coletivamente a escultura de mais de dois metros de um enorme Tsuru.
Uma oficina de ensino de origamis orientará a quem desejar fazer suas dobraduras, podendo levar uma de lembrança e somar as demais que dobraram, aos lotes de mil que serão encaminhados ao projeto Mil Tsurus Por Um Desejo, que está prestes a completar mais de 110 mil origamis!
Convidamos a todos para conhecer as bela telas de Henrique Vieira Filho, que colorem tsurus, a paz e empoderam o feminino nipo-brasileiro.
110 MIL TSURUS
18 de Junho – 17 às 20hs
Na HVFArtes – Alameda Santos, 211
São Paulo – SP
Maiores informações: 
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Fabiana Vieira
www.hvfartes.com.br
contato@hvfartes.com.br
WhatsApp – 11 – 93800-1262

Alguma Obras De Henrique Vieira Filho Presentes À Pocket Exhibition 110 Mil Tsurus

 
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A História Que Inspirou O Artista Henrique Vieira Filho

Aquele que dobrar mil tsurus terá seu desejo atendido

Esta lenda deu esperanças à pequena Sadako Sasaki, vítima tardia dos efeitos das bombas lançadas em Hiroshima e Nagasaki.

Hospitalizada, a menina dedicou-se aos origamis, desejando a paz e o restabelecimento de todas as vítimas. Ainda que tenha falecido antes de completar a empreitada, sua história inspirou o país e o mundo, revitalizando a tradição dos Mil Tsurus.
Todos os anos, milhares e milhares de tsurus de papel colorido são enviados de toda parte do Japão e do mundo, sendo depositados junto ao “Monumento das Crianças à Paz” (Torre dos Tsurus), de 1958, instalada no Parque da Paz, em Hiroshima, que eterniza a pequena Sadako Sasaki tendo um grande tsuru dourado em suas mãos.
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Esta bela obra se soma a “Estátua Da Paz”, no Parque da Paz, de Nagasaki, onde os tsurus se unem ao colosso do escultor Seibou Kitamura, que medita e vigia quanto à ameaça nuclear, ao mesmo tempo em que acena com a esperança e se prontifica a socorrer as vítimas.
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Todo dia 06 de agosto (data da primeira explosão), o Japão dedica à PAZ, onde podemos honrar os desejos da pequena Sadako:
_ “Eu escreverei paz em suas asas e você voará o mundo inteiro”.
_ “Este é o nosso Grito. Esta é a nossa oração: Paz no Mundo”.
 

A Idealização Da Homenagem Aos 110 Anos da Imigração Japonesa

De longa data, o Artista Henrique Vieira Filho, admira a determinação do povo japonês, seu respeito às tradições milenares e às belas histórias de sua mitologia.
Incentivado por sua filha de dez anos, Luiza (que estudou na Escola Roberto Norio, de tradição japonesa), que tanto adora origamis e, considerando a proximidade do Dia Da Paz, em agosto, o Artista desenvolveu uma série de telas e esculturas, que tem como ponto em comum, os Tsurus e pretende que os mesmos sejam revertidos em prol de entidades beneficentes.
Cada obra é realizada em forma de gravuras, em séries de oito originais de cada, devidamente, registrados, certificados e assinados pelo Artista, no tamanho de 80 x 120 cm.
O processo criativo envolve sessões de fotos com modelos reais, trabalhados com pintura corporal e arte digital, em poses homenageando as icônicas estátuas de Hiroshima e Nagasaki, sendo que algumas apresentarão, literalmente, mil tsurus, individualizados, ora em pose, ora tamanho, ora cores.
As esculturas, serão em tamanhos variando de 20 cm a 240 cm, em tecidos enrijecidos ou fibergrass, apresentando Tsurus estilizados como origamis.
Todas as obras são ricas em cores, como já é tradição nas Artes de Henrique Vieira Filho e estão, no momento, em pleno processo criativo, podendo novas instituições participantes sugerir paletas, logotipos e até mesmo, pessoas a serem retratadas nesta temática.
Paralelamente, instalações com oficinas de origami se encarregarão de lotes de mil tsurus, que serão presenteados a crianças que estejam hospitalizadas, em homenagem a esta bela tradição.
Certos de sua atenção, estamos à disposição para esclarecer o que desejarem e convidamos a agendam uma visita à HVF Artes, onde conhecerão pessoalmente parte do acervo do Artista.
Boa Exposição para todos!
 

Processos Criativos E Making Of

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Title: Hope
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm (31,5 x 47,25 inches)
Year: 2017
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Artista: Henrique Vieira Filho
Obra “Hope”
Esta tela homenageia as icônicas estátuas de Nagasaki e Hiroshima, unindo a pose de uma ao tsuru aramado da outra.
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Esculturas Tsurus, em tamanhos e cores variadas, todas com as texturas e cores dos já consagradas telas de Henrique Vieira Filho, confeccionados em tela, moldados à mão e  enrijecidos com resina.
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O Artista Henrique Vieira Filho, junto à tela “Hope”, tendo à mão, Esculturas Tsurus.
A escultura da imagem a seguir mede cerca de 2,40 m (da ponta de uma asa, à outra) e foi objeto de pintura coletiva, durante a instalação da exposição do dia 06 de agosto de 2017.
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Instalações, que podem ser públicas ou privadas, com performance de modelos e sessões fotográficas, que servem de inspiração para as próximas telas, sendo parte do processo criativo do Artista Henrique Vieira Filho.
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A pintura corporal é uma das marcas registradas do Artista Henrique Vieira Filho e constituem uma das etapas acessórias a inspirar as obras.
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Instalações, que podem ser públicas ou privadas, com performance de modelos e sessões fotográficas, que servem de inspiração para as próximas obras, sendo parte do processo criativo do Artista Henrique Vieira Filho.
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Instalações, que podem ser públicas ou privadas, com performance de modelos e sessões fotográficas, que servem de inspiração para as próximas telas, sendo parte do processo criativo do Artista Henrique Vieira Filho.
Na imagem a seguir, o Artista já iniciou seu processo de pintura, testando as primeiras intervenções para a criação de uma próxima tela.
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Aqui, o Artista Henrique Vieira Filho, aplica cores, texturas e desenhos, inserindo Mil (literalmente…) Tsurus nesta tela.
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Title: Mermaid Ningyo
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm (31,5 x 47,25 inches)
Year: 2017

Nesta obra, o Artista Henrique Vieira Filho homenageia ao Japão, retratando esta personagem mitológica das lendas nipônicas.
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Dia Dos Namorados Steampunk

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho adotou a estética Steampunk em suas mais recentes telas, especialmente desenvolvidas para este Dia Dos Namorados

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Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho
Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts
O Artista Plástico Henrique Vieira Filho homenageia o casal Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha com duas telas em estilo Steampunk, especialmente desenvolvidas para o Dia Dos Namorados

O Steampunk, seja na literatura, seja na estética, nos remete à contracultura com ideais anárquicos, questionadores e anti-autoritários.

Com histórias ambientadas no final do século 19, começo do 20, descrevem uma sociedade com máquinas futuristas, só que totalmente baseadas na tecnologia mecânica e a vapor, que teria evoluído muito além do possível.

Como precursores do movimento, temos o clássico filme mudo “Viagem à Lua”, de Georges Méliès, em que se chega à Lua com um foguete lançado por canhão, bem como, na literatura, com as máquinas fantásticas nas obras de Júlio Verne e medicina de ponta, com raios e válvulas, em “Frankenstein”, de Mary Shelley.

Tais premissas ganharam novo fôlego nos recentes anos 80 e 90, onde computadores de madeira, aviões e robôs movidos a vapor e próteses com belíssimas engrenagens, dentre outras características steampunk, ilustraram histórias com influências lovecraftianas, ocultistas e góticas.

Adotado como estilo de vida, no Brasil, inclusive, cuja convenção anual concorreu ao recorde mundial de participantes, e que conta com um Conselho (SteanCon), do qual reproduzo as seguintes citações:

“SteamPunk é a produção de ficção científica do Século XIX no Século XXI, através de qualquer forma de expressão”.
“Sempre que penso em SteamPunk penso em Julio Verne escrevendo nos dias de hoje… mas escrevendo hoje aquilo que escrevia em sua época!”
“Muitos mencionam que, mesmo antes de conhecer o gênero, já o apreciavam… me parece que há aí uma nostalgia por algo que nunca foi, mas poderia ter sido.”

Recentemente, quase que de forma inconsciente, alguns componentes steampunks foram integrados, de forma sutil, em algumas de minhas pinturas.

Neste momento, tive a oportunidade de ir além e retratar um casal que muito admiro (Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha), em duas telas que se complementam, onde a atmosfera steampunk incorporou-se totalmente!

Title: Queen Of Hearts Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Queen Of Hearts
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2018

Title: King of Hearts Artist: Henrique Vieira Filho
Title: King of Hearts
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2018

 

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.

“Não é só com beijos que se prova o amor”

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho conta a origem do Dia Dos Namorados e apresenta o retrato de casal como uma especial prova de amor e uma inesquecível experiência que transforma a si mesmo em ARTE!

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“Não é só com beijos que se prova o amor”

Com esse slogan, em 1949, um publicitário criou o Dia Dos Namorados, no Brasil, como forma de alavancar as vendas de junho, da loja que contratou a campanha.

A empresa nem mais existe… Contudo, o dia 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio (santo católico tido como “ casamenteiro”…) consagrou-se em nosso país!
Como Psicanalista, bem sei que é uma pauta constante nas sessões deste mês… Já como Artista Plástico, ainda mais sendo retratista, é um período de grande satisfação!
É fato que o arquetípico, o universo onírico, sempre serão fontes de inspirações em minhas obras. Acontece que, igualmente, as pessoas me fascinam, como que “encarnações” dos mitos, das lendas, das culturas que tanto admiro.
Por isso, quando sou desafiado a retratar, seja individualmente, seja um casal (dia dos namorados…), fico feliz em conciliar o universo individual dos homenageados, com os arquétipos com os quais estão em sincronicidade, no momento da experiência de Arte!
Exemplifico com a obra “O Amor de Afrodite e Ares” (“The Love of Aphrodite and Ares”), um retrato meu, com minha esposa, Fabiana Vieira.

"O Amor de Afrodite e Ares" (“The Love of Aphrodite and Ares”) - Artista: Henrique Vieira Filho Tela especialmente desenvolvida para o Dia Dos Namorados
“O Amor de Afrodite e Ares” (“The Love of Aphrodite and Ares”) – Artista: Henrique Vieira Filho Tela especialmente desenvolvida para o Dia Dos Namorados

A imersão dos retratados no processo criativo é um dos diferenciais mais requisitos de nosso projeto Art Experience: ir além do adquirir ARTE e propiciar à pessoa tornar-se ARTE, em inesquecíveis vivências de auto-descoberta e crescimento interior!

Tenho mais algumas telas para mostrar, que cabem bem na pauta para o Dia Dos Namorados, mas, nem pensar em estragar a surpresa que este casal tão querido preparou, um para o outro…
Postarei daqui a alguns dias, na sequência, DEPOIS deles terem sido os primeiros a apreciarem suas telas prontas!
 

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.
Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.