Roger Waters No Divã E Nas Telas de Henrique Vieira Filho

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Para o Projeto Re-Arte, o Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho transforma em pinturas o álbum musical The Wall (Pink Floyd – Roger Waters):

Detalhes da Tela

Tela “Rio Wall” – nos detalhes, temos Roger Waters grafitando e Salvador Dali acobertando… Artista: Henrique Vieira Filho – obra na Europe 2018 Art Exhibition

Nas palavras do Terapeuta Henrique Vieira Filho:

¨_ Certas produções artísticas equivalem à soma de muitas aulas teóricas de Psicanálise…

É o caso da obra de Roger Waters, denominada “The Wall”, cujas músicas e vídeos criam um retrato vívido de como uma pessoa pode “emparedar” traumas, construindo uma “muralha emocional” que o separa/protege de seus sentimentos, impulsos e recordações.”

Clique Aqui e saiba mais sobre sistemas de defesa emocionais.

Title: The Wall Artist: Henrique Vieira Filho Mixed media on canvas Size: 120 x 80 cm -  47,25 x 31,5 inches

O Artista homenageia Roger Waters (Pink Floyd), retratado como o rosto que horroriza e de braços abertos na explosão de cores prismáticas que nos liberta do muro de nossos traumas.

O Artista homenageia Pink Floyd ressaltando a simbologia ambivalente do martelo (que tanto constrói, quanto destrói) e do muro (que protege, porém isola).

Title: Hammer March – Artist: Henrique Vieira Filho
Floyd ressaltando a simbologia ambivalente do martelo (que tanto constrói, quanto destrói) e do muro (que protege, porém isola).

De 10 a 19/10, o Projeto Re-Arte reabre a apresentação: “Músicas Em Tinta” – a visitação é mediante agendamento prévio – utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Projeto Re-Arte

O Projeto Re-Arte propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

É aberto a todos os ramos artísticos, propondo “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela… Tela revisitada como escultura… História em Quadrinhos inspirando pinturas…

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..

E /ou vice-versa!

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:

Re Arte

Músicas pintadas

Esculturas em telas

Versos que vertem tinta

Figurativo tornado abstrato

Cada Artista Re-Interpretando o outro

Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

Re Arte - Releitura Coletiva -Etapas criativas: o Psicanalista Henrique Vieira Filho e a Bióloga Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas. Obras

Re Arte – Releitura Coletiva -Etapas criativas: o Psicanalista Henrique Vieira Filho e a Bióloga Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas. Obras “Angel of Death” e “Cat Woman”, respectivamente

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua releitura das aquarelas da da Bióloga e Artista Plástica Monique Nunes

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho apresenta sua releitura das aquarelas da Bióloga e Artista Plástica Monique Nunes

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O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela… Tela revisitada como escultura… História em Quadrinhos inspirando pinturas..

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..

E /ou vice-versa!

Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art

A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez). Utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva:

Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.henriquevieirafilho.com.br[email protected]

+55 11 93800-1262

Re-Arte:Músicas Transpostas Em Pinturas

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Para o Projeto Re-Arte, o Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho transformou em pinturas as músicas de Pink Floyd – Roger Waters:
Re-Arte:Músicas Transpostas Em Pinturas Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho
Nas palavras do Terapeuta Henrique Vieira Filho:

¨_ Certas produções artísticas equivalem à soma de muitas aulas teóricas de Psicanálise…É o caso da obra de Roger Waters, denominada “The Wall”, cujas músicas e vídeos criam um retrato vívido de como uma pessoa pode “emparedar” traumas, construindo uma “muralha emocional” que o separa/protege de seus sentimentos, impulsos e recordações.”

Title: The Wall Artist: Henrique Vieira Filho
Title: The Wall – Artist: Henrique Vieira Filho -120 x 80 cm

Title: Rio Wall Artist: Henrique Vieira Filho
Tela “Rio Wall” – nos detalhes, temos Roger Waters grafitando e Salvador Dali acobertando…

O Artista homenageia Roger Waters (Pink Floyd), retratado como o rosto que horroriza e de braços abertos na explosão de cores prismáticas que nos liberta do muro de nossos traumas.
Title: Hammer March - Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Hammer March – Artist: Henrique Vieira Filho

O Artista homenageia Pink Floyd ressaltando a simbologia ambivalente do martelo (que tanto constrói, quanto destrói) e do muro (que protege, porém isola).
Neste dia 03/09, o Projeto Re-Arte inicia a apresentação: “Músicas Em Tinta” – a visitação é mediante agendamento prévio – utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Projeto Re-Arte

O Projeto Re-Arte propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.
É aberto a todos os ramos artísticos, propondo “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas…
Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas…
E /ou viceversa!

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:

Re Arte
Músicas pintadas
Esculturas em telas
Versos que vertem tinta
Figurativo tornado abstrato
Cada Artista Re-Interpretando o outro

Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.
O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.
Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.
Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art
A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez). Utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262
Para saber mais:

Agende sua exclusiva:
Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br –  [email protected]
+55 11 93800-1262

Telas em Exposição na "Cidades Divas No Divã" – Artista: Henrique Vieira Filho

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Henrique Vieira Filho – Artista Plástico abre seu ateliê e expõe suas telas recém-chegadas de New York, Roma e Viena que retratam grandes metrópoles.

Entrada Franca Inscreva-se para visitar a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã” – Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000

Algumas das obras em destaque:

Title: Colossus OF New York – Artist: Henrique Vieira Filho

Nesta obra, o Artista homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos em um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Title: Rio Wall – Artist: Henrique Vieira Filho

Na Cidade do Rio de Janeiro, o morro como Torre de Babel e o muro que divide realidades, do esplendor da Natureza aos perigos da força guerreira terra-cota, passando por Roger Waters e Salvador Dali, sob as bênçãos de esperança da Sadako e seus Tsurus.

Title: Megalopolitanos – Artist: Henrique Vieira Filho

A Cidade de São Paulo, com versões surreais do Masp, mesclado com o Monumento Às Bandeiras, tendo o Museu do Ipiranga ao fundo, em homenagem aos habitantes desta megalópolis.

Title: Polimetropolis – Artist: Henrique Vieira Filho

Arquiteturas icônicas da Cidade de São Paulo, mescladas em cores, luzes e texturas, com o Teatro Municipal, os prédios da região do Viaduto Santa Efigênia, em contraste com a contemporaneidade da Ponte Estaiada.

Title: Berlin Wall – Artist: Henrique Vieira Filho

Icônico, histórico, o Muro de Berlim, com as cotidianas crianças de Henri Cartier-Bresson e ele próprio na tela, juntamente com versões jovens do artista e de Pedro Bial, que aparece já adulto, como parte dos grafites que profetizam a queda, sob as bênçãos de paz dos Tsurus.

Title: Wings Of Wishes – Artist: Henrique Vieira Filho

O Universo pede mil tsurus origamis em troca de cada desejo, que nesta obra, voa pelos céus da Cidade Fujiyoshida, no Japão, transbordando paz e esperança.

Title: Wings Of Peace – Artist: Henrique Vieira Filho

Voando em seu Tsuru, nos céus da Cidade Fujiyoshida, no Japão, esta obra honra os desejos da pequena Sadako:

_ “Eu escreverei paz em suas asas e você voará o mundo inteiro”.

_ “Este é o nosso Grito. Esta é a nossa oração: Paz no Mundo”.

Title: I Wish – Artist: Henrique Vieira Filho

Eis que o pedido chega ao rei dos Tsurus, em uma idílica cena onde esperança encontra o desejo, no Lago Kawaguchiko, da Cidade Yamanashi, no Japão.

A Jornalista Keila Lima Entrevista Henrique Vieira Filho – Artista e Psicanalista

Muito simpática e talentosa, a a Jornalista Keila Lima conduziu com carinho a entrevista com o Artista Plástico Henrique Vieira Filho.

A apresentadora foi homenageada ao vivo com seu retrato, uma das especialidades do Artista, que demonstrou sua versatilidade apresentando outras duas telas de temáticas distintas:.

Psicanalise Culturalista E Arte

Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”

Pocket Exhibition Cidades Divas No Diva - Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho
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Henrique Vieira Filho – Artista Plástico e Psicanalista abre seu ateliê para expor suas telas recém-chegadas de New York, Roma e Vienna que retratam grandes metrópoles mundiais e psicanalisa a influência do meio sobre seus habitantes.

Entrada Franca Inscreva-se para visitar a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã” – Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000

O pioneiro analista a demonstrar a importância das relações sociais na formação de nosso senso identitário foi Alfred Adler, cujas teorias influenciaram fortemente os principais ícones da escola norte-americana de psicanálise culturalista., incluindo o meio, a sociedade, a cultura em que o indivíduo se insere como fatores igualmente significativos.

As próximas páginas deste Artigo, de forma lúdica, transformam uma grande metrópole em “Cliente”, emprestando-lhe sentimentos e traumas, em duas sessões de Terapia, com técnicas de Aconselhamento e Arteterapia, por meio de uma divertida e surrealista situação imaginária.

Para saber mais:

Inscreva-se para visitar a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”

Biografia – Henrique Vieira Filho – Artista e Psicanalista

Obras de Arte em Exposição na Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”

Projeto Re-Arte – 1a Fase

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O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho abre seu atelier de 06 a 09/08 para a 1a etapa do Projeto Re-Arte:

Releituras De Esculturas Em Telas - Artista: Henrique Vieira Filho
Releituras De Esculturas Em Telas – Artista: Henrique Vieira Filho

 Em homenagem ao Dia Da Paz (data da explosão em Hiroshima) e aos 110 Anos da Imigração Japonesa, destaca-se: 
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
“Estátua Da Paz”,do Escultor Seibou Kitamura e tela “!000 Tsurus”, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Estátua Da Paz”, do escultor Seibou Kitamura e (data das explosões em Hiroshima e Nagazaki) e sua releitura na tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho:
 Tela “Sadako”, do Artista Henrique Vieira Filho
“Monumento das Crianças à Paz” (Torre dos Tsurus), de 1958, instalada no Parque da Paz, em Hiroshima, que eterniza a pequena Sadako Sasaki e sua releitura na tela “Sadako”, do Artista Henrique Vieira Filho:

“Monumento das Crianças à Paz” (Torre dos Tsurus), de 1958, instalada no Parque da Paz, em Hiroshima, que eterniza a pequena Sadako Sasaki e sua releitura na tela “Sadako”, do Artista Henrique Vieira Filho:
 
A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez). Entrada franca.

Sem burocracia, utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

 
Para saber mais:

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Re-Arte – Releituras Coletivas

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O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho compartilha seu estúdio para o Projeto Re-Arte:

Re Arte

Músicas pintadas

Esculturas em telas

Versos que vertem tinta

Figurativo tornado abstrato

Cada Artista Re-Interpretando o outro

Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
Re-Arte: Esculturas Em Releitura Sobre Tela
“Estátua Da Paz”,do Escultor Seibou Kitamura e tela “!000 Tsurus”, do Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Nas palavras da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propõe o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música transposta em tela…
Tela revisitada como escultura…
História em Quadrinhos inspirando pinturas..

Ilustrações em papel tornadas pinturas em técnicas mistas..

E /ou vice-versa!

Toda primeira segunda-feira de cada mês, as Obras resultantes serão gradativamente expostas ao público (entrada franca), no interativo formato adotado pelo Movimento Slow Art

Neste dia 06/08, Dia Da Paz (data das explosões em Hiroshima e Nagazaki), o Projeto Re Arte apresenta:

“Esculturas Em Releituras Em Tela”

Em homenagem ao Dia Da Paz, destaca-se:

Estátua Da Paz”, do escultor Seibou Kitamura:

E sua releitura na tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho:

A visitação é mediante agendamento prévio (grupos propositadamente limitados a um máximo de quatro participantes por vez).

Sem burocracia, utilize o Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com o Artista: Henrique Vieira Filho

Alameda Santos, 211 cj 1411

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Ego, Oblivion & Connection

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho elucida o fenômeno da projeção do Ego em obras de Arte e convida para sua Exposição, em New York, “Ego, Oblivion & Connection

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Ego, Oblivion & Connection.
Ego, Oblivion & Connection.
VIP RECEPTION
JULY 27 – 7:00 PM – 9:30 PM
Saphira & Ventura Gallery
4 W43rd Street, Suite 415
New York

Em nosso mundo psíquico, um sentimento, uma lembrança, a princípio, conscientes, podem ser relegados a um “segundo plano”, ao inconsciente, enquanto nossa atenção é mantida em outra pauta…
Muitas vezes, isso decorre de uma DEFESA “automática”.
Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Da mesma forma que possuímos um “sistema imunológico” que atua alheio à nossa percepção consciente, nos defendendo do que considerar nocivo, igualmente possuímos SISTEMAS DE DEFESA psíquica que, de forma inconsciente, agem “protegendo” nosso consciente daquilo em que ele, em tese, não está apto a lidar.
Uma das defesas mais típicas é chamada, no jargão psicanalítico, de Projeção:
Nesta forma de auto-defesa, desloca-se aspectos de nossa personalidade, sentimentos, emoções, para o meio “exterior”, como se não fôssemos nós, mas sim, “outra” pessoa, animal ou objeto quem possuísse essas características.
Para evitar-se de enxergar e compreender em nós mesmos certos pensamentos, impulsos e desejos, passamos a “projetá-los” em terceiros, direcionando também nossa desaprovação ou admiração para estes.
De certo que todo Artista projeta a si mesmo em suas obras.
Outrossim, nem sempre se destaca que o OBSERVADOR DE ARTE igualmente “projeta” aspectos de seu psiquismo em cada obra que aprecia.
Nem mesmo os profissionais das artes, ou seja, curadores, críticos, marchands, galeristas,  estão “imunes” a este “espelhamento”, pois ocorre de forma inconsciente.
Sempre que posso, realizo minhas exposições nos padrões do Movimento  Slow Art (iniciado em 2008, por  Phil Terry), onde cada visitante é convidado a escolher a tela que mais lhe impressionou e passar alguns minutos a observando, tocando, fotografando, enfim, intensificado ao máximo a apreciação.
Na sequência, em pequenos grupos coordenados pelo Artista, cada qual expõe suas impressões e sentimentos sobre a tela.
Paralelamente, são realizados exercícios lúdicos de imaginação, onde cada qual é “projetado” em sua tela preferida, resultando em grandes “insights” sobre si mesmo.
Esta “nova” (na verdade, o movimento teve início oficial faz 10 anos…) forma de apreciar Arte foi “clonada”, ops, quero dizer, adotada pela Bienal 2018, com o nome “Convite À Atenção”.
Para explicar um pouco mais sobre as vivências em ARTETERAPIA, podemos utilizar arquétipos, símbolos universais, para “espelhar” as emoções.
Por exemplo, podemos nos valer da Mitologia Grego-Romana, no caso, o Titã Helios, o qual, sendo o próprio Sol, percorre todos os recantos e a tudo vê e tudo sabe… W, aquele que “tudo vê” sempre tem algo a nos mostrar, em nós mesmos!
Com a “luz de Hélios”, podemos ser guiados ao autoconhecimento, conectando ao nosso inconsciente, trazendo à tona inúmeras memórias reprimidas.
Um dos símbolos mais conhecidos em homenagem a este Titã é a estátua Colosso De Rhodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo), a qual, com sua tocha , guiava os navios em segurança.
Para a Exhibition “Ego, Oblivion & Connection”, realizei uma versão moderna da divindade, transpondo-a para a Estátua Da Liberdade em um cenário nova-iorquino.
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Tela: “Colossus Of New York” – 120 x 80 cm – Gravura – Técnica Mista –

Artista: Henrique Vieira Filho

 
Para saber mais:
Biografia – Henrique Vieira Filho
Sistemas De Defesa Emocional
Balanço comparativo: Slow Art x SP-Arte
Slow Movement: Desacelere, Viva Muito e Viva Bem!
 
Agende sua exclusiva com o Artista:
Alameda Santos, 211 cj 1411
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Ego, Esquecimento E Conexão

 O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho elucida o esquecimento como uma defesa do Ego a evitar a conexão com traumas e o porque da pintura selecionada para sua Exposição, em New York, “Ego, Oblivion & Connection
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Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

     Em nosso mundo psíquico: um sentimento, uma lembrança, a princípio, conscientes, podem ser relegados a um “segundo plano”, ao inconsciente, enquanto nossa atenção é mantida em outra pauta…
     Muitas vezes, isso decorre de uma DEFESA “automática”.
     Da mesma forma que possuímos um “sistema imunológico” que atua alheio à nossa percepção consciente, nos defendendo do que considerar nocivo, igualmente possuímos SISTEMAS DE DEFESA psíquica que, de forma inconsciente, agem “protegendo” nosso consciente daquilo em que ele, em tese, não está apto a lidar.
    Uma das defesas mais típicas é chamada, no jargão psicanalítico, de Repressão:
    Consiste em relegar ao inconsciente um evento, idéia, sentimentos ou percepções potencialmente provocadores de ansiedade; contudo, o elemento reprimido ainda é parte da psique, o que requer um constante consumo de energia já que o reprimido faz tentativas constantes para encontrar uma saída. Sintomas físicos e psíquicos dos mais variados podem ter origem neste esforço de reprimir. A repressão é o “esquecimento” inconsciente de fatores psíquicos relevantes que são incompatíveis com a auto-imagem que possuímos.
     Tanto em vivência lúdicas de consultório, quanto nas Artes, podemos nos valer da Mitologia Grego-Romana, no caso, o Titã Helios, sendo o próprio Sol, percorre todos os recantos e a tudo vê e tudo sabe…
     Com a “luz de Hélios”, podemos ser guiados ao autoconhecimento, conectando ao nosso inconsciente, trazendo à tona inúmeras memórias reprimidas.
     Um dos símbolos mais conhecidos em homenagem a este Titã é a estátua Colosso De Rhodes (uma das sete maravilhas do mundo antigo), a qual, com sua tocha , guiava os navios em segurança.
Para a Exhibition “Ego, Oblivion & Connection, realizei uma versão moderna da divindade, transpondo-a para a Estátua Da Liberdade em um cenário nova-iorquino.
Artwork "Colossus Of New York" - Artist: Henrique Vieira Filho
Artwork “Colossus Of New York” – Artist: Henrique Vieira Filho
Nesta obra, Henrique Vieira Filho homenageia New York, pintando seus edifícios icônicos e um paralelo entre a Estátua da Liberdade e o Colosso de Rodes, inspirado na gravura de Maarten van Heemskerck, de 1570.

Tela: “Colossus Of New York” – 120 x 80 cm – Gravura – Técnica Mista –

Artista: Henrique Vieira Filho

Ego, Oblivion & Connection.
Ego, Oblivion & Connection.
VIP RECEPTION
JULY 26 – 7:00 PM – 9:30 PM
Saphira & Ventura Gallery
4 W43rd Street, Suite 415
New York


Para saber mais:

Biografia – Henrique Vieira Filho

Sistemas De Defesa Emocional

 
Agende sua exclusiva com o Artista:

Alameda Santos, 211 cj 1411

São Paulo – SP – CEP 01419-000

www.henriquevieirafilho.com.br

[email protected]

+55 11 93800-1262

Integrando Terapias

A Deusa Terapeuta - Arte: Henrique Vieira Filho

Integrando Terapias

Neste Artigo, Henrique Vieira Filho exemplifica como integrar as mais diversas técnicas terapêuticas distintas (acupuntura, psicanálise, terapia floral, shiatsu, dentre outras…) criando um ambiente lúdico, eficiente e motivacional em consultório, para melhor atender os Clientes em suas buscas por equilíbrio, qualidade de vida e autoconhecimento.

Na abordagem da Terapia Holística, os aspectos físicos, psíquicos, sociais e transpessoais são inseparáveis e trabalhados de forma simultânea.

É essencial a todo Profissional propiciar aos seus Clientes um leque de técnicas terapêuticas distintas, integrando-as de forma harmoniosa, ora somando, ora alternando, adaptando-se a cada momento da pessoa atendida.

E, tudo isso, eficazmente praticado no limite da famosa “hora de 45 minutos”, a cada semana!

Na medicina, a formação é “generalista” e, só após, o indivíduo parte em busca de especializações, focando em um limite de duas técnicas.

De forma oposta, o Terapeuta inicia focado em uma única linha terapêutica e, ao amadurecer, parte em busca de nossos recursos, somando mais e mais técnicas, sendo este o perfil majoritário de quem se identifica como Holístico.

De certo, não basta somar, tresloucadamente, uma infinidade de técnicas: há de integrar de forma harmoniosa, coerente e sempre em equilíbrio quanto ao que o Cliente necessita e o que está preparado a receber, naquele exato momento.

Quem procura um Terapeuta Holístico anseia por um atendimento absolutamente diferente da abordagem “médica”, pois isto já o tem, seja via planos de saúde ou particular.

Saber OUVIR ao Cliente, de corpo e alma, de forma GENUINAMENTE interessada (interesse “simulado” não convence…), ou seja, com EMPATIA (que é distinta da ingênua “simpatia”…) tem que ser contínuo, desde o primeiro minuto de sessão, até o final.

Para tal, o básico a aplicar são as técnicas de ACONSELHAMENTO (que é radicalmente diferente de “dar conselhos”…), evoluindo, sempre que detectar-se a receptividade, para Psicoterapia Holística (teceremos mais detalhes adiante).

Eficazes e desejadas pelo público, as técnicas de “equilíbrio energético” podem ser aplicadas conjuntamente à “terapia pela fala” (do Cliente, não do Profissional, pois este tem o dever de mais ouvir, do que falar…).

Variantes do que o leigo e a imprensa chamam de “Acupuntura” são boas medidas, pois a avaliação do desequilíbrio pode ser obtida de forma simples e rápida, seja via Pulsologia de Nogier (método mais prático do que sua versão ancestral chinesa…) ou sensibilidade ao toque nos Pontos de Alarmes (localizados nos caminhos de energia conhecidos como “meridianos”).

A ativação dos pontos energéticos podem ser via agulhas (muitos Clientes são tradicionalistas…), toque (igualmente eficiente…), luzes, apliques de metais ou fitoterápicos, enfim, basta escolher aquele que obtiver melhor aceitação ao momento.

Os dados obtidos, tanto durante a conversação, quanto via análise energética, já possibilitam a seleção e recomendação de recursos terapêuticos que atuam além do tempo de sessão, tais como Fitoterapia (na forma de chás…) e essências sutis, como os populares Florais de Bach.

Note a INTEGRAÇÃO, pois inexiste “separação” entre a terapia verbal, o atendimento via pontos de equilíbrio, a Fitoterapia e a Terapia Floral, tudo fluindo em continuidade, onde o que se obtém em uma técnica, já antecipa o necessário à outra.

Usualmente, metade do tempo de sessão terá sido suficiente para aplicar tudo que descrevemos até aqui. Ou seja, ainda há minutos eficientes para investir no que é FUNDAMENTAL à Terapia Holística: a otimização da Qualidade de Vida via Autoconhecimento!

Ou seja, retomamos, aqui, a Psicoterapia Holística, a qual transita, conciliando, desde a clássica Psicanálise Freudiana, abraçando, com paixão, a linha Junguiana, abrindo espaço para o caminho corporal de Reich e Bioenergética, ousando incluir o Transpessoal e a Arteterapia, como igualmente mantemos abertos para as comportamentalistas PNL (Programação Neurolinguística) e Hipnose.

Esta é a etapa mais complexa, tanto no tocante ao aprendizado e estudos, quanto na execução prática, cujos resultados constituem o principal fator motivacional ao Cliente para a continuidade semanal da Terapia!

Muitas vezes, inicio esta etapa ainda no divã, que, na verdade, é uma cadeira shiatsu (uma boa alternativa a Clientes que não estão abertos ao toque direto…), auxiliado por músicas, aromas relaxantes e “comandos” verbais relaxantes (adaptados a cada momento da pessoa atendida…).

Uma vez tendo aplacado o racional e aberto caminho para o espontâneo, o imaginativo, costumo focar em uma pauta que esteja em evidência no momento, como por exemplo, um sonho que se tenha recordado… um desconforto corporal… um acontecimento… uma imagem…, enfim, um ponto de partida para a criação de uma história “imaginada”, um exercício de imaginação que, sendo bem conduzido, desperta emoções, lembranças e “insights”, que são auto-descobertas que surgem como que de pronto, onde infindáveis informações, conclusões emergem, de uma só vez, condensados em um “lampejo” de consciência.

As catarses emocionais, não raro, explodem em choros, risos, acessos de raiva, tudo em ambiente seguro, sigiloso e amparado de consultório.

Muitas vezes, os “insigths” ocupam muitas novas sessões para serem assimilados e compreendidos. É um processo de autodescoberta gradativo e fascinante!

Para aqueles mais receptivos ao toque direto, um caminho eficaz é associar as manobras corporais orientais e milenares (shiatsu, anma, tuiná, abhyanga, etc…) , com a percepção ocidental e moderna da terapia reichiana e bioenergética, na qual o toque manual aciona lembranças dormentes e emoções reprimidas, as quais, uma vez afloradas via catarses, abrem a possibilidade para serem compreendidas e assimiladas.

Outros indivíduos, com maior sensibilidade artística, aplico exercícios de imaginação ativa, associações de ideias (espontâneas ou direcionadas…) tendo como base: pinturas, fotografias, esculturas, fantasias e cenários, que espelham e ampliam as emoções e lembranças, as quais, sob este ambiente lúdico e criativo, passam por menor interferência dos pensamentos racionais.

Cada Cliente, cada atendimento, é um caso à parte e seremos Terapeutas melhor sucedidos ao dispormos de um variado leque de técnicas.

Quando bem INTEGRADAS, as mais variadas técnicas fluem naturalmente, de uma à outra, sem perda de fio de meada, mantendo viva a motivação para a continuidade da Terapia, propiciando a cada Cliente uma EXPERIÊNCIA de vida, a cada sessão.

É bem o ditado em que o resultado é bem mais amplo do que a simples soma das partes!